É desprezível pensar na transitória vivência
Do gozo da alegria do indivíduo o que sou
Sendo que já fui o que um tempo jamais
Almejei ser
O amor nos traz vestígios de regozijo
Misturando a altanaria e a manha
Ansiado e possuidor de uma absolvição
Ingênuo e casto que nunca abrolhará
A redenção,
Que redenção?Não consistir Em lerdos
De refletir que adorar ao vazio abarrotado
Pelo brilhantismo dos rebentos
Do ignorado convocado nos perpetrará
Atingir a honra e a perfeição
Dos efós e ninfas do céu que ao mesmo tempo
Perto da noite perfilhamos como solidão
Amiga eterna que nunca nos deixa deslembrar
Que ela é tudo
Que proponhamos no final de uma grande
Dedicação de uma formosura que titulamos
De Paixão...
Autora e escritora: Tânia Aguiar